Eu não ajudo em casa

Sou casado há 3 anos – meu 3º aniversário de casamento é dia 23/03/2016 – e nunca ajudei minha esposa nas tarefas de casa. Sabe porque? Porque as tarefas de casa não são obrigação dela ! Simples assim. Nós dois trabalhamos fora e passamos a mesma quantidade de tempo dentro da nossa casa. Usamos a casa de maneira igual, isso nos torna igualmente responsáveis pelas tarefas domésticas. Continue reading →

Eu odeio rótulos!

A principal característica que noto em mim que cresceu e cresce nos últimos anos é o desprendimento dos rótulos que a sociedade cria. A olho nu você pode pensar exatamente o contrário, mas te falo, ninguém é único ao ponto de não se encaixar em grupo nenhum (o meme diferentona externaliza exatamente isso) mas todo indivíduo é único ao ponto de não ser exatamente igual ao restante do grupo no qual se encaixa. Eu sou o cara que tem um pouquinho da maioria dos rótulos mas se sente desconfortável quando rotulado. Continue reading →

Agora eu consigo correr

Até 2014, sempre que ouvia alguém falar alguma coisa que envolvia corrida – à pé – acontecia um bloqueio na minha cabeça. Eu tive uma infância old school regrada à brincadeiras de rua até o escurecer, banhos em represas, estilingue – no qual eu era excelente – bolinhas de gude, e poderia até citar Racionais MC’s por não ter tido “bicicleta ou videogame”, mas eu tive várias bicicletas, e fazia tudo com ela, agora no singular porque eu tive uma bicicleta de cada vez. Eu era cicloativista ‘before it was cool’ mas isso não vem ao caso agora. Continue reading →

Os anos novos

É incrível como a nossa memória não tem noção de tempo. Parece que hoje cedo eu tinha acordado tarde depois da noite de reveillon de 2015, só que não era. Eu acordei cedo, no meio do ano, já com planos para o próximo reveillon, que pelo ritmo, vai acontecer na semana que vem, dada a velocidade em que os dias passam. Continue reading →

Confirme sua senha

Tenho saudades das senhas simples, da época em que me fora apresentada a internet: “amor”, “jesus”, “euteamo”, “12345678900”, “deus”, “<o  nome da pessoa que você gosta>”. Nessa época, não precisava de senhas difíceis, e você só tinha 2 serviços na internet: Orkut e email. Ter algo além disso era reservado à viciados em internet. Ah, e nessa época os viciados em internet não eram a tribo predominante. Continue reading →

Atualizando perfil

Cliquei no meu próprio perfil.

Opção atualizar foto: “Enviar foto” ou “Tirar foto”. Vamos tentar tirar uma foto =)

Sua cara aparece na tela do dispositivo. Se for seu notebook, tem que permitir o site usar sua webcam, se for no celular não – já vai automático. Qual pose? Olho pra câmera? De perfil? de Costas? De frente mesmo? Meu cabelo tá bom? penteio. Mexo. Remexo. Põe pro alto. Assim não tá bom! Não tá ficando do jeito que eu gosto. Talvez assim dá.

Tiro uma foto.

Salvar? Tirar novamente? Cancelar? Tirar novamente! Continue reading →

Resenha: Fortaleza Digital

Fortaleza Digital é o primeiro livro de Dan Brown – apesar de estar escrito na capa: “Autor de O código da vinci”, que foi lançado bem depois – e apesar de nossa mente preconceituosa achar que a qualidade não seria boa, por ser o primeiro, tanto a história quanto a forma como ela é contada são muito agradáveis e cativantes. A história se passa num sábado especial, onde o professor David Becker tem que cancelar um fim de semana maravilhoso com sua namorada e criptógrafa Susan Fletcher por causa de uma viagem. Continue reading →

A idade do dinheiro

Quando se fala em dinheiro, me vem à cabeça várias coisas, por exemplo juros, inflação, correção monetária. Mas hoje eu quero falar de história, mas não História história, e sim de uma história que eu vivi, que eu lembro. Ontem fui à padaria comprar pão, e resolvi fazer um desafio, comprar 1 real de pães franceses. Esse plural quase não saiu, porque com 1 real consegui comprar apenas 3 pães menores. Continue reading →